Archive for the 'Gastronomia' Category

13
maio
14

Eu curto, tu curtes, ele curte – Curto Café

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Beber café pode ser uma necessidade, uma espécie de folha de coca urbana. Porém, quando apreciamos seus aromas ou degustamos seu amargor, o café é uma arte. Existem aqueles que conseguem juntar a necessidade da cafeína com a capacidade de apreciar um bom café. Outros ainda, vão mais além…

Certa vez li, ouvi ou imaginei uma história que explicava a relação das mulheres com os salões de beleza. Na realidade, essa história é apenas um versão dos fatos muito válida que ajuda a relativizar essa imagem puramente fulgaz.

Aos homens e às mulheres não-adeptas ao salão de beleza: Imaginem um lugar onde você possa falar sobre tudo que você tem vontade, acrescente pessoas queridas que estão ali “somente” para ouvir essas confidências e, ao sair deste lugar, você estará mais bonito(a), informado(a) e auto-confiante.

Para muitas mulheres, esse lugar chama-se salão de beleza, um lugar onde fazer as unhas ou os cabelos é apenas um detalhe. Resumindo, as frequentadoras saem dos salões de beleza como se saíssem de uma bem sucedida sessão de terapia coletiva, o que de fato, é o que acontece. Como é de conhecimento popular, uma ida ao salão de beleza pode renovar a alma de uma mulher!

Mas por que contei essa história? É para lembrar que a primeira vista, nem sempre percebemos o que é o mais importante. E o  Curto Café tem um pouco disso, o excepcional café servido não é o principal. Por favor, me permitam esta viagem; aqui, o café é a moeda que permite as trocas numa rede real de pessoas reais.

Os outros que vão mais além — citados no início no texto –, são os que usufruem do café também como moeda de troca nesta rede viva e intensa.

Devido a dificuldade em continuar usando palavras para contar mais sobre o Curto Café, optei por continuar falando através de imagens. Abaixo, segue um pequeno ensaio fotográfico de 30min no Curto Café, datado de 09/05/2014.

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Eu curto, tu curtes, ele curte – Curto Café” por Gutemberg Motta é licenciado sob Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil License.

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03
abr
13

Melhor Doce de Leite do Mundo

toffelasalamandraSou um grande admirador desta delícia e sempre preferi um doce de leite pastoso, escuro e com um paladar lembrando um caramelo. Sempre garimpei marcas e artesãos atrás da melhor experiência possível. Sempre tive como boa referência o “Boa Nata Toffe” e o argentino “La Salamandra“, este último meu predileto até então.

Como não era de se esperar, durante minha garimpagem por outra guloseima também muito apreciada, estava experimentando um sorvete de doce de leite com doce de leite na “Sorvete Itália” quando tive contato pela primeira vez com o melhor doce de leite do mundo, imediatamente em seguida, me apropriei de todos os detalhes e descobri sua origem era o “Doce de Leite de Viçosa“, hexacampeão brasileiro (E eu nem sabia que existia um campeonato desses).

Pensei, agora é fácil, é só encontrar uma loja que venda este doce de leite no Rio! Na prática algumas teorias vão por água abaixo… Nenhum sinal de padaria, supermercado ou qualquer outra loja que venda este doce, até na internet eram poucas as referências. O tempo foi passando e eu desistindo da ideia, até que numa viagem à Paraty, numa loja que poderia ser definida como uma loja de cachaças, me deparo com uma lata de 800g do “Doce de Leite de Viçosa”, comprei no mesmo instante, levei para casa e em menos de uma semana não havia sobrado nada.

A partir de então, estava decidido, não posso viver longe desse doce de leite. Fui na internet novamente, e numa busca mais cuidadosa, descobri que no próprio site da fábrica aceitava encomendas! Em atacado… A partir de 12 potes de 400g! Não pensei duas vezes, fiz o pagamento e aguardei alguns dias para receber a santa encomenda.

Ao recebê-la em casa, que maravilha, minha boca salivou e rolou até uma lágrima no cantinho do olho. Imediatamente abri, provei, gostei mas percebi que não era o mesmo doce de leite. Será que a embalagem de 400g era diferente da embalagem de 800g?! Fiz contato com a fábrica e fui atendido pelo setor de qualidade quando expliquei que havia provado um doce de leite no “Sorvete Itália” que havia me apaixonado e depois provei o mesmo doce de leite numa lata de 800g comprada em Paraty e que aqueles potes de 400g recebidos em casa não era o mesmo.

Analisando o lote do pote comprado em Paraty, o setor de qualidade verificou que o doce de leite que eu tanto havia gostado na lata de 800g foi um erro de fabricação! Como assim?! Foi explicado que um problema na caldeira da fábrica houvera deixado o doce de leite em ponto de confeitagem, o mesmo ponto do doce de leite provado no “Sorvete Itália”. Pois a Viçosa fabricava dois tipos de doce de leite, um para o consumidor em geral e outro para confeitagem.

Entendida a situação, disse: “Quero o doce de leite de confeitagem!” E eis que me responderam: “Sem problema, mas só em latas de 10kg”. Vejam o resultado abaixo:

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